segunda-feira, 3 de março de 2014

Cheira a primavera



Eu gosto de um inverno frio que convida a lareira, a gorros e a agasalhos, mas este foi demasiado molhado e húmido para o meu gosto – as atividades no exterior ficaram reduzidas a passeios “rápido antes que chova”.

Onde moro começam já a aparecer sinais que a primavera está a chegar: o fim de tarde já acontece com luz do dia, aparecerem flores nos campos e as árvores estão a ganhar novas folhas. É o renascer da natureza que nos apetece acompanhar.

Que venha o sol de primavera para nos animar e dar a energia que precisamos para encarar novos desafios neste ano que nos foi apresentado como muito difícil.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Reutilizar claras


O leite creme e o arroz doce são o uso que os mais novos dão à Bimby. São doces, fáceis e rápidos de fazer e ainda podem usar a "desculpa" que o leite nos faz bem.

Além dos quilos a mais que todos teremos em breve, temos ainda de gerir as claras que sobram. Andei a pesquisar e, para além das sugestões de suspiros, encontrei esta receita de bolo de claras (mais uns quilos) que me pareceu interessante.

Introduzi uma pequena alteração à receita original, ao usar menos açúcar (usei 340 gr) e, em vez de um bolo, fiz queques, porque cozem mais rápido, evitam-se muitas migalhas e são mais práticos de levar como lanchinho.

Ficaram demasiado bons (alerta verão). Experimentem!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Uma nova inquilina


Eu e os miúdos não podemos consumir alimentos com lactose, o que limita muito a nossa alimentação. Hoje em dia quase todos os alimentos têm lactose, o leite e soro de leite aparecem na composição de alimentos onde já eram previsíveis, como nas bolachas e nos molhos, mas também onde não eram esperados, como no pão, na maizena e mesmo no pão ralado.

Dado o preço elevado dos alimentos sem lactose e alguma dificuldade em os encontrar, acabo por cozinhar todas as refeições a partir dos alimentos base, como a farinha, o leite sem lactose, a soja e o azeite, como garantia de que não haverá lactose nas refeições, o que me leva um tempo considerável e requer alguma pesquisa e imaginação.

Assim, e depois de ouvirmos gabar as potencialidades dos robots de cozinha na confeção de molho béchamel, massas e pão, convidámos uma Bimby a morar connosco.

Ainda estamos em fase de experiências, mas já lhe reconhecemos o mérito no migar, amassar e cozinhar de molhos, massas e purés. Também nos agrada o podermos cozinhar alguns pratos ao mesmo tempo, em camadas, e ainda o aproveitar do recipiente de uns para os outros sem necessidade de o lavar.

Não acho que seja mais rápido, mas sim que ficamos com algum tempo intermédio, enquanto a Bimby cozinha, para outras pequenas tarefas. Contudo, se quisermos mesmo aproveitar as suas potencialidades, precisamos de dedicar mais tempo ao planeamento e preparação das refeições.

Não há dúvida que é uma boa ajuda para quem tem restrições alimentares, tem de cozinhar refeições regularmente e não tem todo o tempo do mundo.

domingo, 26 de janeiro de 2014

Uma manta para o Rui



Uma manta para o Rui que nasceu com o frio. Retirei o modelo daqui, o esquema é muito simples e fácil de fixar e o trabalho em liga torna a manta ainda mais leve e fofa.

Escolhi um azul forte, elétrico, para afastar o escuro do inverno e trabalhei com agulhas circulares 8 e com uma lã da Brancal.

A máquina fotográfica não faz justiça ao azul e confirma-se que está avariada, as fotografias ficam esbatidas e sem contraste – precisa ir ao médico.

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

Precisei de parar e de me organizar






No emprego tinha um ano para fechar e outro para planear, em casa tinha as compras, os almoços e jantares, as atividades, as festas, as prendas ...  tudo isto acelerou o ritmo a um ponto em que se tornou difícil tirar prazer daquilo que fazia.

Precisei de parar e de me organizar. Acertar horários, estudar listas e tarefas, afastar o ruído, para poder viver e não só sobreviver.

Hoje até as tarefas mais triviais têm demasiadas variáveis e não há como ignorá-las: vivemos apertados de tempo e de dinheiro. Tentei otimizar as tarefas domésticas, organizei as compras em função das necessidades/promoções e entrou uma bimby cá em casa para ajudar nas refeições.


Enquanto isso os presentes foram entregues, a horta cresceu e os cíclames floresceram, felizes com esta onda de frio que nos invadiu. Sobre tudo isto conto nos próximos dias, por agora é bom estar de volta sem ser a correr e com tempo para ler o que por aqui se passou.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Jogo das almofadinhas


Quando andava na escola secundária passava os intervalos a jogar ao jogo das almofadinhas. Eu adorava a simplicidade deste jogo e as almofadinhas que a minha mãe me tinha feito.

Como já não me lembrava como se jogava, e para também poder ensinar, andei a pesquisar e encontrei algumas referências a este jogo, como o jogo das almofadinhas ou das pedrinhas.

Resolvi fazer um para oferecer no Natal, a uma menina de 9 anos. Fiz as almofadinhas em tecido e enchi de arroz, em vez da areia que as minhas tinham, e um taleigo para as colocar. A partir da informação que encontrei e das memórias que tinha deste jogo, escrevi ainda as regras do jogo.

Esta prenda constituiu uma oportunidade para relembrar este jogo e  para fazer um taleigo, o que queria experimentar há já algum tempo. A partir deste tutorial, e com algumas adaptações, fiquei com um saco forrado e com bom acabamento e, que por si só, também constitui uma bonita prenda para oferecer.