quinta-feira, 14 de março de 2013

Laranjas abençoadas




Plantámos uma laranjeira e, como primeira produção, tivemos duas laranjas.
Agora a nossa dúvida, de produtores de laranjas, é quando as devemos apanhar. 
Segundo o dito popular, a laranja deve ser apanhada após ser abençoada, ou seja, depois da Páscoa, pelo que, a seguir este conselho, já pouco falta para testarmos o sabor da nossa produção.


terça-feira, 12 de março de 2013

Comecei o xaile



O padrão do xaile revelou-se fácil e, com a ajuda das explicações do you tube, consegui perceber como fazer os aumentos de forma a não se notarem.
Para primeira cor escolhi a “Comparsita” da Malabrigo, que comprei numa das minhas lojas favoritas,  a “This is knit”. Esta lã é uma mistura de merino e seda, tem um toque fabuloso e umas cores cativantes.
Estou a trabalhar com agulha circular nº 5, porque como o xaile se trabalha dos dois lados em ponto de meia, tenho tendência para apertar o ponto, e um xaile quer-se leve.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Colorir com mantas


Filme Nanny Mcphee

Estivemos a ver (rever) o filme "Nanny Mcphee", que é um dos meus filmes de família favoritos.
O quarto das crianças é uma delícia para quem gosta de patchwork e croché e cada uma daquelas mantas merecia por si só um post.
O filme é para ser visto num sofá, embrulhado numa manta, de preferência com a lareira acesa, e com muita atenção aos pormenores de cenário.


Filme Nanny Mcphee


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

A acordar




E o frio continua.

A primavera bem tenta aparecer, mas, com tanto frio, poucas são as flores que se atrevem a nascer. Os Goivos salvaram a honra do convento e, resistentes, dão um pouco de cor ao jardim.
A horta vai crescendo, bem devagarinho, e os amores prefeitos que plantei a rodeá-la, ainda estão a pensar em dar flor. A hortelã está linda de verde e perfuma deliciosamente o jardim.
Está tudo a acordar, bem devagarinho, e começo a ver todo um trabalho de preparação e manutenção a ser necessário para preparar o calor que aí vem, mas, para mim, também está frio e, ao fim da tarde, quando chego, ainda me apetece estar dentro de casa.


terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Um xaile para mim

Fonte: ravelry. Veera Valimaki


Gosto de xailes, lembro-me de os usar quando era criança e gostaria de tricotar um para mim, agora, em adulta. Até hoje não tinha encontrado um modelo que me agradasse e me empurrasse para esta tarefa, mas este modelo do Ravelry parece ser aquilo que procurava.
Os  xailes que encontrei até agora, não me satisfaziam por completo, ou por serem muito pequenos, ou muito grandes, ou demasiado pesados, mas este modelo tem movimento, é actual  e a possibilidade de conjugar várias cores no xaile é mais um atrativo.
Vou descarregar o padrão, tentar decifrá-lo e começar a sonhar com as cores.


Fonte: ravelry. Veera Valimaki


terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Uma horta no jardim




E com o sol, veio a vontade de passar mais tempo no exterior – embora ainda com casaco.
Este ano decidimos combinar a horta e o jardim. Na minha cabeça, já consigo ver pequenos canteiros de horta rodeados de flores, talvez amores perfeitos e cravos turcos.
Começámos alguns canteiros de mini hortas com alfaces, alho-francês e couves. Agora é necessário semear as flores em redor e tentar controlar as ervas daninhas, que tão facilmente se desenvolvem (e ainda nem chegou a primavera).
Vamos ver como será que vai correr a passagem do projeto ao terreno.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Pasta reciclada





O ano passado comprei-lhe, para levar para a escola, uma daquelas pastas impermeáveis com dossier no interior.
Com o uso, a pasta ficou suja e, quando a tentei lavar, descobri que tinha cartão no interior, pelo que não podia ser molhada na totalidade. Para não a estragar, tentei tirar o cartão. Só que este tinha sido cosido ao tecido em  redor, pelo que a única solução seria desmanchar toda a pasta.
Após muito reclamar, por não terem previsto a lavagem destas pastas, que, como é normal, são muitas vezes colocadas no chão e se sujam ao fim de algum tempo, lá acabei por desmanchar a pasta.
Depois coloquei o tecido na máquina de lavar. Só que, dado o tipo de tecido, as nódoas não saíram. Ou seja, estas pastas são caras e feitas para deitar fora, não sendo laváveis.
Após um momento de frustração, comecei a pensar como a reutilizar. Juntei o que se podia aproveitar da pasta (o interior), mais enchimento de edredão  e o tecido de uma velha camisa.
Há medida que ia juntando as peças, comecei a ficar mais animada e fiquei contente com o resultado final  - uma nova pasta,  lavável e luminosa e com um bolso de camisa para o cartão da escola.