terça-feira, 27 de novembro de 2012

Pasteurização caseira




Uma das amigas da minha mãe tinha o congelador cheio de tomate e ia deitar parte fora para ter espaço para congelar nabiças para o inverno. Ofereci-me para ficar com o tomate, mas como tenho o mesmo problema, um congelador que não é suficiente para tudo o que quero guardar, segui o conselho da Joana e experimentei a pasteurização.
Cozinhei o tomate com cebola e manjericão, temperei e reduzi a puré. A seguir guardei em frascos que pasteurizei. Aqui tive uma dúvida, pois a Joana fala em frascos com tampa de metal e o que mais tenho são frascos com tampa de plástico. Como não consegui descobrir, se os podia ou não pasteurizar, acabei por guardar no frigorífico, sem mais tratamentos, os que tinham tampa de plástico.
O processo é realmente fácil e já tive a alegria de ouvir um “plop” ao abrir um dos frascos que foi pasteurizado – não aguentei de curiosidade e tive de experimentar. Agora vou vigiando para ver se se conservam mesmo um inverno assim guardados.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Julieta




Este fim-de-semana tinha planos para adiantar as prendas de natal, mas comecei a ler o livro Julieta, de Anne Fortier …. e foi só o que fiz.

O livro está escrito de uma forma envolvente, ligando com bom ritmo e mistério o romance do presente e o da época medieval, pelo que, em todo o tempo que tinha livre, só me apetecia continuar a acompanhar a "nova" história de Julieta e Romeu.
Foi uma boa surpresa, que recomendo para estes dias mais frios em que ficamos em casa.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Ervas daninhas




Sol e chuva são a combinação perfeita para elas aparecerem. E, num instante, onde havia um jardim existe um campo de ervas daninhas.
Não há dúvida que também têm o seu charme, e que têm um verde mesmo saudável,  mas quando invadem todo o jardim e tapam por completo as outras pobres plantas, só me apetece mesmo comprar uma ovelha.
Assim foi uma parte do nosso fim-de-semana: a tirar ervas daninhas para que as outras plantas também possam brilhar no inverno que se aproxima.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Doce de abóbora






Com o outono, vem um dos doces mais apreciados: o doce de abóbora. Torna-se um vicio com pão ou torradas ao pequeno-almoço e ao lanche.
Para o fazer, descasco e peso a abóbora, cozo-a e reduzo a puré com a ajuda de um garfo, escorrendo muito bem . Por cada quilo de abóbora inicial coloco um quilo de açúcar e levo ao lume até ganhar ponto. No fim, coloco um pouco de miolo de noz. E está pronto.
É um doce bom e forte, com uma textura e cor muito apetitosas, a lembrar o outono e o aconchego do tempo frio.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Forrar com tecido



O nosso móvel de televisão é de aglomerado a imitar pinho e, com os anos, ficou com manchas e várias mazelas. Precisava mesmo de ser recuperado, mas a opção de o pintarmos não costuma resultar neste tipo de material. Após pesquisa, optámos por forrar o móvel com tecido.
Escolhemos um tecido azul entrançado e deitámos mãos à obra. Desmanchamos o móvel e forrámos peça a peça. Como a extensão era grande utilizámos cola de spray e para o toque final demos verniz de spray para impermeabilizar e facilitar a limpeza.
O resultado foi um móvel como novo e uma sala ainda mais aconchegante.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

“Batatas fritas” de fruta



Ainda na fase das experiências, decidimos laminar fruta e desidratá-la. Começámos pelas maçãs e dióspiros.
O resultado foram umas deliciosas e lindas “batatas fritas” de fruta.  
E aqui aplica-se a expressão que “os olhos também comem”, porque só de olhar para o laranja translucido dos dióspiros dá mesmo vontade de provar.
Guardámos a fruta numa caixa hermética, mas, se for como as anteriores, pela velocidade com que se vão, era um cuidado dispensável.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Da teoria à prática


Pesquisei na net sobre desidratadores, mas a informação mais consistente que encontrei foi num livro que tenho sobre conservas – foi com base neste livro que, quando chegou o desidratador, efetuámos a nossa primeira experiência.
Preparámos maçã, banana e pêssego, colocando-os em água com limão, e depois desidratámos estes frutos  na nova máquina. Os resultados foram o esperado e enriqueceram a nossa grânola, o que constitui um estímulo para voos mais altos.
Do que li, fiquei sobretudo curiosa com a possibilidade de desidratar frutas ou legumes, como a cenoura, para os reduzir a farinha e utilizar posteriormente nos batidos e nos bolos, como por exemplo nos queques de cenoura.
É mais um mundo a explorar e eu que não arranjo maneira do tempo esticar!!!