domingo, 22 de abril de 2012

Festival de Sopas


Este sábado fomos ao 1º Festival de Sopas de Colares, organizado pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Colares.

Com a entrada era-nos dado uma tigela, uma colher e um pão e podíamos experimentar as 36 sopas que se encontravam em panelas gigantes doadas pelos restaurantes e particulares da região.

Havia as tradicionais sopas de caldo verde, de feijão e da pedra, e, também, reflectindo a proximidade do mar, as sopas do mar e as sopas de peixe.
Foi um principio de noite saboroso, num ambiente descontraído, em que o objectivo era ajudar os bombeiros.
Estão todos de parabéns pela iniciativa!

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Ruibarbo



Uma das sobremesas que mais aprecio é tarte crumble de ruibarbo, de preferência com custarda por cima.

O Ruibarbo é uma planta muito comum na Irlanda, mas, por cá, nunca a encontrei à venda. Da planta, apenas os talos são comestíveis. Do que me explicaram, multiplica-se por divisão de raizes, que devem ser plantadas no principio do Outono, no Inverno a planta não tem folhas e estas começam a aparecer na Primavera. De ano para ano a planta fica mais forte.

Assim, o ano passado trouxemos duas raízes de ruibarbo e colocámos num local mais sombrio do jardim (tentámos recriar o tempo algo nublado irlandês).

Esta Primavera tivemos as primeiras folhas, ainda pequenas, mas um sinal que o local não lhe desagradou por completo. Aliás, o que tenho verificado é que é possível ter no nosso jardim plantas que considerava como exóticas e difíceis.

Agora, é esperar que se desenvolva, e talvez ainda este ano possamos trincar a desejada tarte.




quarta-feira, 18 de abril de 2012

O almoço será quiche



Desde que começei a trabalhar demasiado longe para ir almoçar a casa, que transportar comigo pequenos lanches e o almoço é para mim uma prática habitual.

Feito o balanço ao fim de algum tempo, conclui que, ir almoçar fora todos os dias, não só é dispendioso, como é cansativo, repetitivo  e limita-me a liberdade nessa abençoada hora.

É bom comer aquilo que cozinhámos, com os ingredientes que escolhemos, num sítio sem muito barulho e onde não ficamos a cheirar a a comida.

Uma das refeições  que gosto de levar para o almoço são as quiches, que se podem comer em qualquer sítio, a qualquer temperatura, e que satisfazem, sobretudo se acompanhadas de uma bela salada.

A que fiz hoje é de frango com legumes. Costumo fazer a massa, porque gosto da textura mais grossa da farinha integral, mas, pode-se sempre usar a massa quebrada fresca, que fica igualmente boa.

Para a massa as quantidades são: 250g de farinha (1/2 integral + 1/2 branca) + 150g margarina de soja + 1 ovo inteiro. Junta-se tudo, faz-se bola e forra-se uma tarteira, primeiro com o papel vegetal de pasteleiro e depois com a massa.

Para o recheio coloca-se o que se quiser, no meu caso cebola, cenoura, frango e salsa, tudo estufado, e rega-se com o aparelho (4 ovos + 2 dl de natas de soja).

Vai ao forno até a massa ficar dourada e cozida (cerca de 30 minutos a 210ºC).

É fácil, é barato e dá para muitas refeições. Experimentem.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Chihuahua de guarda



O pai encontrou este site com moldes de vários animais em papel, e não faltava lá o famoso chihuahua, com que o mais pequeno tanto sonha.

Assim, e enquanto não me dou por satisfeita nas minhas tentativas de fazer um chihuahua amigurumi, entretivemo-nos a construir um em papel. E lá está ele alerta no móvel ao pé da cama.


sábado, 14 de abril de 2012

Íris


Hoje apareceu uma nova flor no jardim, uma íris.

Não me lembro de a ter semeado e é a primeira vez que aparece. Andei a pesquisar na internet e planta-se por bolbo, o que quer dizer que, ou vinha na terra que pusemos nos canteiros, ou vinha misturada com os bolbos que semeámos no inverno.

É de uma cor violeta intenso, com rasgos de amarelo. É mais um anúncio de primavera.



quarta-feira, 11 de abril de 2012

Alquequenge


Hoje fiz doce de alquequenge com maçã.  

Para  mim o alquequenge, ou Physalis Alkekengi, era uma fruta exótica e inacessível que costumava ver à venda nos supermercados a preços elevados e em quantidades reduzidas, até que me deram uma plantinha para pôr no meu jardim.

O alquequenge cresceu muito facilmente e de um modo algo selvagem, dando frutos logo no primeiro verão. A planta foi colocada sob sol directo.

Se alguém quiser experimentar é só secar um dos frutos e semear em viveiro (ou, na minha versão, dentro de casa no parapeito da cozinha).

O fruto é um pouco ácido, mas os meus filhos gostam de o apanhar e comer directamente.

Dadas as quantidades que os arbustos produzem experimentei fazer doce. Como é um fruto um pouco ácido juntei maçã e resultou num doce muito agradável, com um sabor ligeiramente ácido.

As quantidades que usei foram 0,5 kg de alquequenge, 0,5 kg de maçã e 1 kg de açúcar. Juntei tudo numa caçarola, deixei macerar por 30 minutos e foi ao lume. Devido à presença da pectina da maçã, o doce estava pronto em 30 minutos.

Se é verdade que os olhos também comem, este é definitivamente um doce apelativo, com um bonito tom laranja e sementes translúcidas.


sexta-feira, 6 de abril de 2012

Reutilizar ganga


As calças de ganga são mesmo uma peça de roupa versátil. Quando ainda servem dão com tudo e, depois de deixarem de servir, o tecido pode ainda ser usado de muitas maneiras.

Das partes de cima das pernas costumo cortar elipses para forrar as calças do mais novo, a zona da cintura é facilmente transformada em sacola e hoje aproveitei a parte de baixo de uma perna para fazer duas pegas.

Duas experiências de pontos de croché deram origem a duas pegas. Forrei os quadrados de croché com restos de ganga e reforcei com um chuleio.