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terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Reutilizar claras


O leite creme e o arroz doce são o uso que os mais novos dão à Bimby. São doces, fáceis e rápidos de fazer e ainda podem usar a "desculpa" que o leite nos faz bem.

Além dos quilos a mais que todos teremos em breve, temos ainda de gerir as claras que sobram. Andei a pesquisar e, para além das sugestões de suspiros, encontrei esta receita de bolo de claras (mais uns quilos) que me pareceu interessante.

Introduzi uma pequena alteração à receita original, ao usar menos açúcar (usei 340 gr) e, em vez de um bolo, fiz queques, porque cozem mais rápido, evitam-se muitas migalhas e são mais práticos de levar como lanchinho.

Ficaram demasiado bons (alerta verão). Experimentem!

quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Uma nova inquilina


Eu e os miúdos não podemos consumir alimentos com lactose, o que limita muito a nossa alimentação. Hoje em dia quase todos os alimentos têm lactose, o leite e soro de leite aparecem na composição de alimentos onde já eram previsíveis, como nas bolachas e nos molhos, mas também onde não eram esperados, como no pão, na maizena e mesmo no pão ralado.

Dado o preço elevado dos alimentos sem lactose e alguma dificuldade em os encontrar, acabo por cozinhar todas as refeições a partir dos alimentos base, como a farinha, o leite sem lactose, a soja e o azeite, como garantia de que não haverá lactose nas refeições, o que me leva um tempo considerável e requer alguma pesquisa e imaginação.

Assim, e depois de ouvirmos gabar as potencialidades dos robots de cozinha na confeção de molho béchamel, massas e pão, convidámos uma Bimby a morar connosco.

Ainda estamos em fase de experiências, mas já lhe reconhecemos o mérito no migar, amassar e cozinhar de molhos, massas e purés. Também nos agrada o podermos cozinhar alguns pratos ao mesmo tempo, em camadas, e ainda o aproveitar do recipiente de uns para os outros sem necessidade de o lavar.

Não acho que seja mais rápido, mas sim que ficamos com algum tempo intermédio, enquanto a Bimby cozinha, para outras pequenas tarefas. Contudo, se quisermos mesmo aproveitar as suas potencialidades, precisamos de dedicar mais tempo ao planeamento e preparação das refeições.

Não há dúvida que é uma boa ajuda para quem tem restrições alimentares, tem de cozinhar refeições regularmente e não tem todo o tempo do mundo.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Prendas para 4 patas

  
No Natal oferecem-se bolachinhas aos amigos …. de duas e de quatro patas.

Não é que existem livros de receitas de biscoitos para cães? E com muitas e variadas receitas? Encontrámos este livro numa loja de bens em 2ª mão e, este ano, os membros da familia de 4 patas não ficarão de fora e também terão direito às suas bolachinhas de Natal.

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Doces



Adoro este bolo (pudim?). É fácil de fazer, é lindo de se ver e é raro alguém não gostar.

A receita é 7:7:7, 9:9:9, … consoante o tamanho final pretendido. Ou seja, por exemplo, 7 claras batidas com 7 colheres de açúcar e 7 minutos no forno a 180ºC. A forma é untada com manteiga e após os 7 minutos de forno, desliga-se e só se tira o molotof quando o forno esfriar. Com 4 das gemas que sobram faz-se o doce de ovos para pôr por cima.

O meu molotof fica sempre muito clarinho, se o quiserem mais escuro é questão de misturar umas 4 colheres de caramelo nas claras em castelo.

As gemas que sobram convidam a um arroz doce, que é outra das minhas sobremesas favoritas. O Inverno é mesmo assim, apetece-me doces e sofá.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Menta e chocolate



Não conhecia esta aromática, a menta-chocolate. Encontrei-a num viveiro e cheira a uma hortelã suave e a chocolate – o que, confesso, apesar do nome, não estava à espera.

Andei a pesquisar, e o cheiro é o da planta, não se trata de uma produção rebuscada em laboratório, é uma “mentha piperita”.

Estava na dúvida se a colocava no jardim ou em casa, mas, dada a capacidade invasora das suas outras primas hortelãs, decidi deixá-la num vaso na cozinha. Com o seu aroma e sabor deve ser boa para aromatizar refrescos e doces frios.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Dióspiro para oferta




Uma das lembranças de natal que preparei foi uns saquinhos com dióspiro desidratado, foi  a mais simples de fazer e, para mim, a mais bonita.
A fruta ficou com um sabor mais intenso, muito crocante e com uma linda cor laranja translúcido – é a fruta que até agora ficou melhor com a desidratação.

domingo, 16 de dezembro de 2012

Biscoitos de Natal




Na semana que passou, dedicámos um final de tarde à cozinha, com o mais pequeno a criar biscoitos de natal para as professoras e para os colegas, como manda a tradição.
 
Adicionámos uma pitada de mixed spice à massa dos biscoitos, para lhe dar um cheiro natalício, e escolhemos formas da estação: corações, estrelas e árvores de natal.
 
Para as professoras optámos por umas caixas redondas de lata do Ikea e para os colegas uma das maiores retangulares. O papel de seda e os laços ajudaram ao ar festivo.
 
Na manhã seguinte foi mais fácil acordá-lo e sair de casa a horas: tinha pressa de chegar à escola e entregar os seus presentes.
 
 

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Pasteurização caseira




Uma das amigas da minha mãe tinha o congelador cheio de tomate e ia deitar parte fora para ter espaço para congelar nabiças para o inverno. Ofereci-me para ficar com o tomate, mas como tenho o mesmo problema, um congelador que não é suficiente para tudo o que quero guardar, segui o conselho da Joana e experimentei a pasteurização.
Cozinhei o tomate com cebola e manjericão, temperei e reduzi a puré. A seguir guardei em frascos que pasteurizei. Aqui tive uma dúvida, pois a Joana fala em frascos com tampa de metal e o que mais tenho são frascos com tampa de plástico. Como não consegui descobrir, se os podia ou não pasteurizar, acabei por guardar no frigorífico, sem mais tratamentos, os que tinham tampa de plástico.
O processo é realmente fácil e já tive a alegria de ouvir um “plop” ao abrir um dos frascos que foi pasteurizado – não aguentei de curiosidade e tive de experimentar. Agora vou vigiando para ver se se conservam mesmo um inverno assim guardados.

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Doce de abóbora






Com o outono, vem um dos doces mais apreciados: o doce de abóbora. Torna-se um vicio com pão ou torradas ao pequeno-almoço e ao lanche.
Para o fazer, descasco e peso a abóbora, cozo-a e reduzo a puré com a ajuda de um garfo, escorrendo muito bem . Por cada quilo de abóbora inicial coloco um quilo de açúcar e levo ao lume até ganhar ponto. No fim, coloco um pouco de miolo de noz. E está pronto.
É um doce bom e forte, com uma textura e cor muito apetitosas, a lembrar o outono e o aconchego do tempo frio.

terça-feira, 30 de outubro de 2012

“Batatas fritas” de fruta



Ainda na fase das experiências, decidimos laminar fruta e desidratá-la. Começámos pelas maçãs e dióspiros.
O resultado foram umas deliciosas e lindas “batatas fritas” de fruta.  
E aqui aplica-se a expressão que “os olhos também comem”, porque só de olhar para o laranja translucido dos dióspiros dá mesmo vontade de provar.
Guardámos a fruta numa caixa hermética, mas, se for como as anteriores, pela velocidade com que se vão, era um cuidado dispensável.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Da teoria à prática


Pesquisei na net sobre desidratadores, mas a informação mais consistente que encontrei foi num livro que tenho sobre conservas – foi com base neste livro que, quando chegou o desidratador, efetuámos a nossa primeira experiência.
Preparámos maçã, banana e pêssego, colocando-os em água com limão, e depois desidratámos estes frutos  na nova máquina. Os resultados foram o esperado e enriqueceram a nossa grânola, o que constitui um estímulo para voos mais altos.
Do que li, fiquei sobretudo curiosa com a possibilidade de desidratar frutas ou legumes, como a cenoura, para os reduzir a farinha e utilizar posteriormente nos batidos e nos bolos, como por exemplo nos queques de cenoura.
É mais um mundo a explorar e eu que não arranjo maneira do tempo esticar!!!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Desidratar fruta



Já há algum tempo que queria comprar um desidratador de frutas e legumes, mas o preço fez-me adiar a decisão – hoje carreguei finalmente no botão e encomendei um, igual ao da fotografia, na loja online da César Castro do Porto.
Feitas as contas, o preço elevado a que é vendida a fruta seca e a garantia de não ter químicos adicionados  irão certamente compensar o investimento.
A entrega demora 3 dias, pelo que, para a semana já terei novidades. Atrai-me sobretudo o poder preparar fruta seca para adicionar à grânola e os snacks para os pequenos lanches.
Agora tenho 3 dias para ler sobre receitas e truques a utilizar num desidratador, antes de experimentar realmente num.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Picante



Este ano comprei, por graça, uma planta de malaguetas e está a começar a dar frutos, primeiro nasceram pretos e agora estão a ficar vermelhos, um a um (desconhecia esta mudança de cor).
Não sou muito dada a picantes, e o mais novo também não, pelo que misturar as malaguetas na comida está fora de questão. Como alternativa,  quero experimentar fazer um tempero de malaguetas, que sempre pode ser utilizado individualmente em cada prato e satisfazer o paladar dos restantes membros da família.
Andei a pesquisar na internet e, das várias dicas que li, vou experimentar aquecer azeite com 2 dentes de alho esmagados e 1 folha de louro e deitar por cima das malaguetas num frasco, no fim adicionar um pouco de whiskey e abanar.  Depois, e segundo li, é deixar repousar durante duas semanas. Quanto mais repousar mais picante fica – o fim do frasco deve ser pura pólvora.
Não parece difícil, pelo que vou experimentar fazer e dar a provar a quem aguentar.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Colheita





Deram-nos uma caixa de tomates redondos e de tomates cereja, já maduros e muito doces. Separei os mais rijos para as saladas e para comer como fruta no intervalo das refeições e com os restantes fiz doce e molho de conserva.

Gosto muito de doce de tomate, com tostas ao pequeno-almoço, mas por aqui sou a única, pelo que preparei uma pequena quantidade, com o restante tomate preparei um molho.
Este molho de tomate é na realidade um molho de legumes, dado que coloco tudo o que tiver no frigorífico, além do tomate. Faço um refogado com azeite e cebola e acrescento os legumes que tenho de momento (curgete, cenoura, alho francês, manjericão e claro muito tomate), reduzo a puré com a varinha e guardo no frigorífico para temperar as massas ou como base de refogado.
Os meus filhos adoram e é uma maneira rápida de preparar uma refeição saudável:  cozo a massa, junto o molho e coloco cubos de queijo (sem lactose) em cima. É o ideal para quando não sobra do jantar para o almoço.

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Hoje: geleia




Hoje foi dia de fazer geleia a parti dos caroços de marmelo que ficaram ontem de molho.

A geleia é mais trabalhosa e exige mais tempo e paciência do que a marmelada, mas o resultado é lindo e as suas muitas aplicações, tanto como doce de barrar, como ingrediente da grânola ou para cobertura das tartes de frutas, valem o trabalho.

Primeiro coloquei os caroços cobertos com água ao lume.  Esta mistura ferveu cerca de 30 minutos e depois foi preciso coar o liquido. Nesta parte, a imaginação de cada um é que dita como fazer esta operação.

Eu coloquei um pano de linho em cima de um escorredor e este em cima de uma panela, fui deitando aí a mistura e deixei a escorrer cerca de uma hora. No fim apertei o pano o mais que pude de forma a aproveitar o máximo do liquido.

O liquido foi depois ao lume tendo adicionado um quilo de açúcar por cada litro. Deixei a ferver em lume baixo até fazer ponto estrada. O tempo que demora depende da quantidade de liquido que temos, no meu caso foram cerca de duas horas.

No fim obtém-se a geleia, que é um doce lindo de se observar: vermelho e translúcido.

Marmelada


Esta vaga de calor foi o suficiente para os marmelos acabarem de amadurecer e ficarem prontos a ser colhidos, e assim fomos a casa da minha mãe buscar este fruto tão perfumado.

Todos os anos faço marmelada e geleia para o ano. A marmelada gosto de a comer com pão saloio ao lanche. É igualmente boa para as sandes do lanchinho escolar da tarde. Já a geleia, para além de barrar as tostas e torradas dos lanches é um dos principais ingredientes da nossa grânola caseira.

A marmelada é um doce fácil de fazer e que sai sempre bem. A parte mais trabalhosa é o lavar e descascar dos marmelos.
A receita que sigo é a que a minha mãe me ensinou:  
1 kg de marmelos descaroçados e descascados
1 kg de açúcar branco
1 dl água

Põe-se  tudo ao lume, quando estiver a ferver mexe-se e deixa-se ferver por mais 30 minutos. Depois reduz-se a puré com a varinha mágica. Apaga-se e deita-se em tigelas, cobrindo com papel vegetal.
Coloco  as tigelas de marmelada na janela da cozinha, para além de aí apanharem o sol que a marmelada precisa para solidificar, gosto da cor e cheiro que dão à cozinha.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Gelados caseiros




O Verão pede gelados, e quando se tem filhos intolerantes à lactose a solução é fazê-los em casa - no meu caso com a preciosa ajuda de uma máquina de gelados, que lhes dá uma textura mais leve.

Os gelados de morango, banana e amora já são comuns por aqui e as receitas foram já adaptadas e experimentadas.

Este ano a nova moda são os iogurtes gelados e, como tal, foi necessário experimentar e encontrar uma receita para este novo sabor.

O nosso gelado de iogurte, que nos tem deliciado à sobremesa, é feito com:
- 1 pacote de natas de soja de bater
- 90 gramas de açucar branco
- 3 iogurtes simples

Bate-se as natas com o açucar e quando estiverem com consistência de chantili, junta-se os iogurtes, mexe-se e põe-se na máquina de gelados. Quando pronto - cerca de 30 minutos, guarda-se no congelador.

É um gelado rápido, saboroso e leve. Agora vamos começar as experiências, no próximo vou adicionar um pouco de xarope de menta .....

terça-feira, 17 de julho de 2012

Bolo de laranja



Cá em casa, cozinhar tornou-se uma tarefa de investigação, para encontrar receitas que satisfaçam as diversas condicionantes existentes ou que possam ser adaptadas a estas: estão banidos os produtos com lactose, o chocolate, as carnes vermelhas e os fritos.
Felizmente existem cada vez mais produtos alternativos que permitem adaptar as receitas – a minha mais recente descoberta foram as natas de soja de bater da Alpro, que permitiram voltarmos a comer morangos com chantili (e a preços razoáveis).
Um das receitas que experimentei recentemente foi este bolo de laranja. É muito apetitoso e fácil de fazer e como fica ligeiramente húmido é ideal para levar para a praia.
A receita foi-me dada para fazer no copo liquidificador, mas como não tenho, coloquei os ingredientes num copo de plástico alto e desfiz com a varinha mágica. Coloquei:
1 laranja cortada (lavada e com casca)
4 ovos
1 chávena de óleo
2 chávenas de açúcar
2 chávenas de farinha
1 colher sobremesa de fermento
Bati tudo junto e deitei numa forma com buraco untada. Foi ao forno a 180ºC durante 45 minutos.
Sei que a receita parece estranha, principalmente a parte de utilizar a laranja inteira, mas é deliciosa e resulta muito bem como podem ver na foto.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Rolo de Carne "também"



Uma das receitas favoritas cá de casa é o rolo de carne. É feito com carne picada de frango e todos os vegetais que me lembrar de juntar. Misturo a carne picada com legumes ralados, cebola, cenoura, courgete, espinafres, um ovo e pão ralado. Embrulho tudo e coloco no forno com umas nozinhas de manteiga por cima.
Quando os miúdos perguntam o que o rolo tem, respondo: também, porque tendo de tudo, também tem.
Fica muito agradável, os legumes não o deixam ficar seco e é mais uma boa refeição para levar para o trabalho.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

O almoço será quiche



Desde que começei a trabalhar demasiado longe para ir almoçar a casa, que transportar comigo pequenos lanches e o almoço é para mim uma prática habitual.

Feito o balanço ao fim de algum tempo, conclui que, ir almoçar fora todos os dias, não só é dispendioso, como é cansativo, repetitivo  e limita-me a liberdade nessa abençoada hora.

É bom comer aquilo que cozinhámos, com os ingredientes que escolhemos, num sítio sem muito barulho e onde não ficamos a cheirar a a comida.

Uma das refeições  que gosto de levar para o almoço são as quiches, que se podem comer em qualquer sítio, a qualquer temperatura, e que satisfazem, sobretudo se acompanhadas de uma bela salada.

A que fiz hoje é de frango com legumes. Costumo fazer a massa, porque gosto da textura mais grossa da farinha integral, mas, pode-se sempre usar a massa quebrada fresca, que fica igualmente boa.

Para a massa as quantidades são: 250g de farinha (1/2 integral + 1/2 branca) + 150g margarina de soja + 1 ovo inteiro. Junta-se tudo, faz-se bola e forra-se uma tarteira, primeiro com o papel vegetal de pasteleiro e depois com a massa.

Para o recheio coloca-se o que se quiser, no meu caso cebola, cenoura, frango e salsa, tudo estufado, e rega-se com o aparelho (4 ovos + 2 dl de natas de soja).

Vai ao forno até a massa ficar dourada e cozida (cerca de 30 minutos a 210ºC).

É fácil, é barato e dá para muitas refeições. Experimentem.